Síndrome de Despersonalização-Desrealização

Transtorno de Despersonalização consistem de episódios persistentes ou recorrentes em que o indivíduo sente uma sensação de irrealidade e distanciamento de si mesmo, como se estivesse em um sonho ou filme.

O indivíduo tem uma sensação de ser um observador externo dos próprios processos mentais e do próprio corpo. Há também o sentimento de anestesia sensorial, falta de resposta afetiva, sensação de não ter o controle das próprias ações -  incluindo a fala - e uma alteração na percepção de  tamanhos ou formas de objetos (macropsia ou micropsia) e pessoas, observadas como "estranhas" ou "mecânicas".

Outras características associadas incluem sintomas de ansiedade, sintomas depressivos, ruminação obsessiva, preocupações somáticas e uma perturbação do sentido de tempo. Em alguns casos, a perda de sentimentos (característica da despersonalização) pode imitar um Transtorno Depressivo Agudo; em outros, pode coexistir com ele. Hipocondria e Transtornos Relacionados a Substâncias podem também coexistir com o Transtorno de Despersonalização.

É o terceiro transtorno psiquiátrico mais comum (depois da ansiedade e da depressão), tendo como causa principal o fato do indivíduo ter passado por um perigo potencialmente letal (acidente, assalto ou doença ou lesão grave).

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78 comentários para “Síndrome de Despersonalização-Desrealização”

  1. Boa noite queridos, em especial a quem é de SP.

    Eu a principio escrevi para duas pessoas aqui desses comentários, mas diante do relato do Fernando, resolvi escrever aqui, quem quiser pode me contactar, ok?
    Antes de tudo quero registrar que meus comentários nunca terao a pretensão de subsituir a consulta ao psiquiatra dono do blog ok? Eu so quero ajudar e como estou em busca de uma associação que atenda portadores e familiares de portadores de disturbios dissociativos (nem vou dizer DP pois aí, eu estaria pedindo demais, um local onde pudessemos trocar ideias sobre DP/DR, não é mesmo? rs…) eu considero muito válida a troca de experiências, o conforto, a identificação do problema… a exemplo de associações de portadores de transtornos afetivos, epileticos, esquizofrenicos, etc). Meu intuito seria mesmo o de conscientizar as pessoas que sofrem disso a, caso estejam em tratamento com profissional, exigir destes que pesquisem, estudem, inteirem-se com a sindrome, entendem?
    Bem, sou mãe de um adolescente de 19 anos que há 5 meses enfrenta o distúrbio. O onset (termo que significa “início, instalação”) da doença foi com um pequeno ataque de pânico e ansiedade, na fase de realização de testes do ENEM. No dia em que se sentiu despersonalizado pela primeira vez, achava que iria conseguir resolver sozinho o problema, então pesquisou sobre os sintomas e após uma semana de sofrimento quando houve aumento desses mesmos sintomas gerando uma forte crise dissociativa, ele resolveu falar comigo e então levei-o a um PS psiquiátrico, muito embora ele já tenha chegado ao atendimento “auto ‘ diagnosticado, devido a identificação dos sintomas (sensação de que não estava presente, sendo observador de si próprio, como se estivesse em um sonho, sensação de irrealidade intensa, etc) que ele próprio encontrou na internet. Ele entrou em tratamento psiquiátrico e o que se pode observar, até hoje, é que o medico não tem familiaridade com a doença, sempre indicando comorbidade (associação a outra psicopatologia) ou que o quadro vá rumar para uma patologia mais definida, tratando o distúrbio como um “sintoma” dessa “tal” doença que, em seu entendimento, ainda irá fechar um diagnóstico. O que não procede, observada a fase em que meu filho se encontra do distúrbio. Como possuo leitura em inglês, iniciei uma pesquisa acerca do assunto, sem no entanto afastar meu filho dos cuidados médicos e psicológicos (está em tratamento com psicanalista também). Meu filho já transpôs muitos sintomas do disturbio como a desrealização (ele já voltou a ter conexão com os objetos de seu quarto, por exemplo), os pensamentos obsessivos (que desencadeavam a ruminação), a auto analise extrema, os pensamentos existencialistas, a vontade de se beliscar para ver se era real, tudo isso passou. O que persiste e incomoda causando muito sofrimento é a automação, a roboticidade, a falta de significância emocional – por exemplo, ele sabe que ama a familia mas nao consegue sentir esse sentimento, não consegue ligação e conexão com as coisas usuais de sua vida, coisas que aconteceram recentemente parecem ter acontecido há anos e vice-versa. A dissociação é muito forte. Em minha leitura atual está o livro FEELING UNREAL – da Dra. Daphne Simeon, MD e de Jeffrey Abugel (paciente recuperado que, devido a escassez de pesquisas e familiaridade da classe médica, iniciou também sua propria pesquisa a respeito do distúrbio juntamente com essa medica, resultando no livro). Felizmente consegui o pdf deste livro, se alguém quiser e souber ler em inglês, posso encaminhar, é muito rica essa leitura, pois aborda entre outros topicos, a fisiopatologia da despersonalização como sendo uma doença única e autônoma e não comórbida – coisa que ocorre com meu filho: não há indícios de esquizofrenia, depressão, ansiedade generalizada, pânico, etc. O livro conta também com a descrição de um questionário inglês para o diagnóstico do DPD. Essa característica única do disturbio, no caso como acontece com meu filho é que os profissionais devem analisar e estudar, mas infelizmente, como leiga e não sendo da classe médica e de saúde, não tenho acesso a maioria das publicações a respeito. Meu filho se trata com 200 mg de fumarato de quetiapina (SEROQUEL) ao dia mas já não identifica efeitos nessa medicação. Seu médico cogita a mudança para lamotrigina, antiepiletico que tem demonstrado grande beneficio sobre os sintomas dissociativos. Estou em constante busca de ajuda, em especial pesquisas relacionada ao sistema límbico -existem indícios de que esta parte do cérebro seja a parte afetada nestes casos. Meu filho também participa de um projeto da UNIFESP sobre estados mentais de risco em adolescentes e sua prevenção, mas infelizmente como não existem outros casos como o dele assistidos pelo projeto, os profissionais, apesar de maravilhosos, desconhecem as caracteristicas do distúrbio isoladamente, identificando-o apenas em comorbidade com outras patologias (esquizofrenia, entre elas a principal, onde ocorrem bastante ataques de despersonalização / desrealização). Eu recomendaria que os adolescentes que escrevem aqui, procurassem o projeto, quem quiser mais informações me escreva que eu passo telefone e nomes e indico, seria muito bom que vcs fossem no projeto, pois meu filho até agora é o unico com DP que participa, como voluntário, pois eles são bastante interessados no caso dele.. o que falta mesmo é uma pesquisa maior e mais especialistas, mas quem sabe não podemos mudar essa realidade? Então pra quem esta em SP, pode me escrever que eu indico.
    Comecei a ler também o livro da Psiquiatra Dra. Marlene Steinberg (o livro chama The Stranger In The Mirror) e no site que ela indica no livro (strangerinthemirror.com), meu filho respondeu ao questionário e o resultado indica que ele seja atendido por algum profissional especialista na aplicação de um questionário chamado SCID-D o qual identifica distúrbios dissociativos.
    Resolvi escrever-lhe pois caso vcs estejam indo a um psiquiatra, perguntem a ele se ele aplicou em vcs esse questuionario, pergunte se ele tem conhecimento deste questionário! Existe versoes em portugues deste questionario, é vendido pela internet para profissionais de saude, e aqui em SP tem um curso no HC/USP que ensina os profissionais a aplicarem as perguntas no intuito de bem diagnosticar dissociações, em especial DP/DR.
    Queridos, eu so tenho a dizer que há muitas formas de se melhorar do DP, se o seu for puro como o do meu filho, essas chances são maiores ainda! O que mata infelizmente é essa falta de familiaridade da classe medica com essa doença, como pode, se é a 3ª maior causa de transtornos mentais? Eu sou profissional de RP e comunicação social e como tal, acredito estar diante de um desafio profissional que é o de divulgar esse transtorno para a classe, pois considero minha pesquisa muito rica já, e entendo bem mais disso do que mts profissionais, é claro que não tenho a pretensão de tirar meu filho dos cuidados médicos para trata-lo eu mesma, nada disso, mas eu não vou sossegar enquanto não encontrar ao menos um profissional com especialidade em dissociação, não é possível que não haja um aqui em SP!!
    Meu filho está melhor, já consegue ficar algumas horas sem sentir a pressão da doença mas a dissociação e a falta de cor emocional incomodam muito ainda… essa droga de distúrbio é fogo pois além de ter a pressão de “melhorar” o paciente ainda se vê pressionado a “explicar” a doença aos profissionais, assumindo um papel de “educador” de quem é estudado, mais que ele… imagina a gente ensinando um PHd em psiquiatria a como se diagnostica corretamente um DPD (sigla para “depersonalization disorder’)!!! Complicado né? Eu ate tenho pesquisado sobre a existência de protocolos para se falar com PHds e profissionais de alto gabarito, mas não encontrei nada e então eu sigo me colocando da melhor forma e menos agressiva possível, pois tem ainda a questão do “ego” de medico né? Não são todos que se mostram abertos a “aprender” com um paciente ou com familiares dele…
    Bem, finalmente, digo tbm que estou trabalhando na finalização da tradução para o português de um guia sobre como lidar e aliviar os sintomas da DPD, escrito por Shaun O’Connor – o meu filho melhorou muito graças a esse guia, é bastante otimista e encorajador.
    Já tive a permissão do autor para divulgar o PDF traduzido após terminar o trabalho dessa tradução virá a fase de divulgação. A ideia é que esse arquivo ganhe o Brasil afora através dos internautas sofredores do DPD. Não há nenhum interesse comercial, por isso está em analise na biblioteca nacional para caracterizar os direitos autorais da tradução, para que não haja ganhos em cima desse trabalho.

    Um grande abraço de otimismo e força,

    Regiane

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    1. Oi Regiane…
      Queria muito trocar uma ideia com voce.
      Comecei a sentir esses sintomas e nao sei como lidar
      Procure um psiquiatra,mas tá bem dificil controlar meus sentimentos
      Por fAvor,poderia me passar seu email?
      Obrgiada

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      1. Olá Mayra, pode me escrever sim, meu e-mail é regiane.coutinho@gmail.com – Como vc está? Melhorou um pouquinho? Escreva sim e a gente conversa, não sou médica mas entendo muito do disturbio, visto que já realizei varias pesquisas sobre este assunto. Vou aguardar seu contato, ok? Um abraço!

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    2. Olá Regiane,

      Tomei a liberdade de enviar um e-mail pra você para tirar algumas dúvidas. Tenho 26 anos e há quatro sofro de DR. Já tomei diversos medicamentos (paroxetina, venlafaxina, bupropiona, depakote), sem sucesso. Também tentei um tratamento alternativo, chamado “estimulação magnética transcraniana”, que não adiantou, deixou apenas minha conta bancária no vermelho… enfim, não sei mais o que fazer… como vc disse, é espantoso o desconhecimento dos médicos em relação à essa doença… e muitas vezes a falta de interesse… enfim, espero que você veja o meu e-mail…

      Obrigado!

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    3. Oi Regiane, como fiquei feliz em encontrar alguem que entenda meus sintomas, faz três anos que eu sofro com isso, os remédios ajudam a ficar mais tranquila, menos nervosa, mas a sensação de estar fora da ar continua, sempre. Eu nunca, nunquinha encontrei alguem que soubesse tanto sobre isso, já passei por mais ou menos 7 psiquiatras, e vejo que realmente eles sempre dizem que é sintoma da ansiedade generalizada, ou da depressão. Eu falo, mas o que eles não conseguem entender é que

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  2. Em novembro do ano passado eu passei por isso. Foi o pior momento da minha vida. Eu não sabia o que estava acontecendo comigo. Sabia que era algo relacionado a minha ansiedade, pois eu sempre fui uma pessoa muito ansiosa, e também devido a vários problemas emocionais meus que se acumularam e estavam causando isso tudo.
    Quando estava passando por isso, eu fiquei completamente angustiada. Passava horas procurando na internet nome de doenças, pra ver se alguma coisa explicasse o que eu tava sentindo!! Enfim, a história é longa. Um dia eu pretendo contar isso em um livro. Tenho uma vontade muito grande de ajudar psiquiatras iniciantes, contando os detalhes da minha experiência. Pois como eu disse, foi uma longa luta, cheia de fases e sofrimentos, mas felizmente, hoje eu estou livre disso tudo, pois tive muita determinação e FÉ para superar tudo isso.
    Se alguém que já passou por isso quiser conversar comigo, meu email é gabidrc2@yahoo.com.br

    O engraçado é que eu lembro que em meus momentos de angústia, procurei tanto o nome para o que eu tava passando e só recentemente descobrir o que era!! rsrs olha só como é a vida. Talvez se naquela época eu tivesse todas essas respostas as coisas seriam menos complicadas. Mas enfim..

    Abraço à todos.

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  3. Oi Regiane, tenho 30 anos e estou passando por esse problema de despersonalização, gostaria muito de conversar como vc. Poderia de mandar um e-mail? essas palavras me trouxeram muito conforto, eu tinha muito medo de viver o resto da vida assim, sem saber se estou viva de verdade, essa sensação de estar fora do ar, dia e noite.

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    1. Alessandra o e_mail esta mais acima no comentario da Marisa.

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  4. Olá, estou com algumas dúvidas. Desde os meus 9 anos eu apresento quadros de desrealização (penso que nada faz sentido, se tudo isso não é um sonho) e a minha ansiedade se eleva muito, bate aquele desespero, taquicardia, medo intendo e parece que tudo vai desaparecer, me sinto sozinha e nada nem ninguém pode me ajudar. Agora estou com 21 anos e tive uma forte crise de pânico. Eu sou extremamente ansiosa e já passei por muitas situações difíceis na minha vida, acredito que sofra de depressão também pois sinto angústia, apatia, vazio e tudo o mais. Comecei a fazer terapia e meu psiquiatra receitou 10mg de antidepressivo Exodus, quando minha ansiedade está muito alta eu toma 0,25 de alprazolam. Tanto meu psiquiatra como minha psicólogo me diagnosticaram com ansiedade elevada e depressão, mas o meu maior medo é que a desrealização não passe. Tenho diversos medos (elevador, metrô, ficar sozinha a noite, escuro) e diversas mania (acho que não é TOC, somente manias por causa da depressão/ansiedade – piscar quando eu vejo algo que gosto, não pisar na linha, contar as faixas na rua e etc.). Gostaria de saber se o meu problema realmente é depressão e ansiedade ou se eu tenho um transtorno dissociativo. Pois eu sei que o transtorno dissociativo é grave e ele só se constitui num transtorno propriamente dito se não estiver acompanhado de depressão e ansiedade. Como eu tenho as duas doenças principais que causam esse sintoma você acha que eu tratando a depressão e a ansiedade esse sintoma irá se dissolver?

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  5. eu tenho esse transtorno,é horrível. se tiver alguém disposto a me ajudar,eu fico extremamente grato.

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  6. eu faço das palavras do usuário acima as minhas.

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  7. Pessoal tenho todos estes sintomas que vcs falam, mas algo ainda me perturba estes sintomas passam a noite, e quando acordo na manha seguinte ja acordo com a cabeça vazia,tonta, e então os sintomas voltam, alguém ai passa por isto também, ou algo parecido?
    Regiane como a senhora ja estuda o assunto ha muito tempo sabe me dizer se isto é normal no transtorno?
    Agradeço a todos !

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  8. Alguem saberia me dizer se este transtorno pode ter alguma relação com o sono, fases do sono, noites sem dormir, etc…

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    1. Eu acho que tem, porque quando não estou dormindo direito ele se torna mais frequente. Também ja notei que sinto isso em ambientes não familiares e com pessoas desconhecidas, no geral com tudo que é novo, geralmente no primeiro dia de aula, no novo emprego, em uma cidade nova. Não sei se tem a ver, mas foi uma observação que fiz.

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  9. eu sofro desse problema des de criança é horrivel tem dias que fica atacado mais depois vai passando aos poucos graças a deus eu me sinto mais confortada porque não sabia que essa doença tinha nome porque ja fui em psiquiatras e nunca chegaram a clareza dos meus sintomas que são exatamente o que foram descritos ai tem tratamento isso?

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  10. Desde criança sinto isso. A crise mais forte que tive foi quando tinha oito anos, no inicio eu não quis contar para os meus pais, porque tive medo de eles acharem que eu era doida, após uma semana sofrendo calada, minha mãe me ouviu chorar a noite e perguntou o que eu sentia e eu falei, mas ninguém entendia, ela por acreditar em espiritismo disse que eu estava com encosto e começou a me levar parar tomar passes, ao longo do tempo eu melhorei. Mas as crises mesmo que com períodos mais curtos, mas continuaram acontecendo e eu sem saber o que era, com o tempo aprendi a controlar, quando ela vem eu já tenho um jeito de ficar bem, nao sei explicar. Mas a pouco tempo a curiosidade me levou a pesquisar sobre meus sintomas e encontrei essa síndrome que se encaixa perfeitamente no que sinto. Mas ainda não procurei um médico, estou ansiosa para essa conversa. De certa forma me sentir aliviada quando soube que me problema tinha nome, mesmo que os estudos a respeito dele sejam poucos.

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  11. oi Regiane
    tenho sindrome de despersonalização de desrealização desde os 8 anos e so descobriram quando tinha 22 anos depois de uma sindrome do panico e depressão e hoje tenho 24 anos e faço tratamento mas não vejo muito resultado gostaria muito q vc me ajudase.
    abraços cicillia

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  12. Eu tive sintomas de despersonalização quando tinha 15 anos e fumei muita maconha, fiquei horrorizada com a sensação, estava na rua com um namorado e pensava q estava morta e aquilo era ilusão do meu espírito, fiquei quase uma semana assim, mas nao contei para ninguém. Meses depois fui tirar a prova e fumei novamente, queria ver se aquilo havia de fato ocorrido por eu ter usado a droga e tudo ocorreu de novo do mesmo jeito, entrei em desespero, nao acreditava porque eu já era usuária desde um ano atrás. Dia 14/12/1996 foi a última vez q usei maconha na vida, estou com 31 anos. Nunca havia ouvido falar neste termo, mas até hj fico intrigada com o q me aconteceu. Sinto muito pelos relatos de pessoas q tem essa sensação permanentemente, pois eu ter vivenciado apenas uns dias me marcou até hoje. Sinto um alívio por nunca mais ter passado por isso. Que Deus ajude a todos vcs.

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