Outras Intuições Populares Aprendidas Cedo: Pré-conhecimentos de Biologia (Seres Vivos) e Psicologia (Comportamentos)

Imagem - Intuições Populares

A Biologia intuitiva

Todos nós temos nossa visão intuitiva e simples da Biologia (História Natural). Desde muito cedo a usamos para lidar e compreender o mundo vivo. Uma intuição central do senso comum é a de que os seres vivos contêm uma essência oculta que lhes dá forma, movimento e poderes, provocando seu crescimento e funções corporais.

O “sistema de biologia” popular, por exemplo, não existe e não pode se desenvolver isoladamente. Ele cresce de forma intrincada e interdependente como um subsistema de outras estruturas; um atua sobre o outro. Portanto, cada grupo ou sistema particular de conhecimento acha-se interligado a outros; não há autonomia de um sistema. A organização do conhecimento deve combinar ou adaptar-se às condições do local e com sua história cultural, pois só irá exercer ações no meio ambiente onde o indivíduo vive.

Os seres humanos e seus ancestrais, sem dúvida, foram obrigados, para sobreviverem, a interagir com as plantas e os animais, pois eles viviam no meio dessas duas vidas. Para conviver harmoniosamente nesse meio, o homem precisou aprender algo sobre esse ambiente, principalmente, adquirir um conhecimento antecipatório do que poderia ocorrer diante desse ou daquele animal e ou planta, isto é, uma compreensão, no mínimo, de algumas plantas e de algumas espécies de animais, pois, do contrário, morreria.

Isto provavelmente produziu no homem (não necessariamente) uma adaptação para lidar de modo especial com as plantas e os animais e, principalmente, com outros seres humanos. A habilidade para lidar com plantas e outros animais que não o homem evoluiu de uma maneira ligeiramente independente da adaptação para lidar com as pessoas. Por exemplo: a identificação e a categorização dos outros animais e plantas diferem da identificação e categorização usada para os humanos. Para os homens nós damos um nome próprio (Ela se chama Maria); para os animais, o nome da espécie a qual pertence (É um felino). Há um mecanismo cognitivo primariamente dedicado a tratar os homens como indivíduos, tal como o reconhecimento de suas faces como sendo de uma pessoa particular.

Para os animais e plantas, o modelo de estratégias de reconhecimento provavelmente se focaliza no coletivo, nível da espécie. As possíveis exceções, como a individualização do cãozinho querido de nome Toby ou Lady, envolvem, possivelmente, uma estratégia de extensão antropomórfica de identificação de pessoas, isto é, aplica-se o modelo usado para homens nos animais de estimação, mas isso é uma exceção.

Há também uma afirmação na biologia popular que cada espécie tem uma natureza subjacente típica, ou uma essência interna, como também uma preferência ecológica, ou seja, viver no Amazonas ou no Alaska. As pessoas, em diversas culturas, consideram o responsável pela identidade do organismo de cada espécie como uma entidade governada por processos dinâmicos internos que legislam, mesmo quando escondidos. Essa essência mantém a integridade do organismo desde o nascimento e durante seu crescimento, transmitindo o mesmo ciclo causal através das gerações.

A Psicologia intuitiva

Usamos uma psicologia intuitiva para compreender as pessoas. Afirmamos como intuição central que as pessoas não são objetos ou máquinas; elas são animadas por entidades invisíveis. Essas recebem o nome de mente ou alma. No interior da mente alojam-se crenças, desejos e emoções, todas essas participando do comportamento.

A psicologia intuitiva do leigo, como a “teoria da mente” (saber ler a mente do nosso interlocutor), é uma das mais espantosas habilidades do cérebro. Não tratamos as outras pessoas como se fossem bonecos, pois pensamos nelas como sendo animadas pela mente; uma entidade não-física que não podemos nem tocar, mas que é tão real para nós quanto os corpos e os objetos. O fantasma, que nos larga, seja da máquina ou do inferno, está profundamente arraigado em nosso modo de pensar sobre as pessoas.

A crença da alma, por sua vez, se entrelaça, não se sabe bem porque, às nossas convicções morais. O cerne da moralidade é o reconhecimento de que os outros têm interesses tanto quanto nós temos – “que eles sentem necessidade, experimentam o pesar, precisam de amigos”, nas palavras Shakespeare – e, portanto, que têm direito à vida, liberdade e busca de seus interesses.

Quem são esses outros? Precisamos de uma fronteira. Até recentemente o conceito intuitivo de alma nos serviu muito bem. As pessoas vivas têm uma alma, que passa a existir no momento da concepção e deixa o corpo quando elas morrem. Assim ditaram algumas religiões. Animais, plantas e objetos inanimados não têm alma. Agora vemos que o que chamamos de “alma” é o chamado “encéfalo”, governado por leis da Biologia, ou seja, por princípios bastante diferentes dos antigos. A pesquisa sobre reprodução humana mostra que o “momento da concepção” não é absolutamente um momento. Às vezes, vários espermatozóides penetram na membrana externa do óvulo e leva tempo para que o óvulo expulse os cromossomos extras. Onde estará a alma durante esse intervalo? Na sala de espera?

Mesmo quando um único espermatozóide penetra, seus genes permanecem separados dos que existem no óvulo por um dia ou mais, e é preciso mais um dia aproximadamente para que o genoma recém-fundido controle a célula. Portanto, o “momento” da concepção é, de fato, um intervalo de 24 a 48 horas. Tampouco o concebido está destinado a tornar-se um bebê, pois entre dois terços e três quartos deles nunca se implantam no útero e são abortados espontaneamente, alguns por serem geneticamente defeituosos, outros por nenhuma razão conhecida.

A alma pode ser identificada, segundo esse raciocínio, com o genoma. Mas esse pode se subdividir em dois, três ou mais, dando origem a gêmeos, trigêmeos, etc. Nesse caso, a alma estará em qual? Ou eles terão uma só alma? Ocasionalmente, dois óvulos fertilizados, que normalmente se desenvolveriam formando gêmeos fraternos, se fundem em um único embrião, que se desenvolve formando uma pessoa que é uma quimera genética; algumas de suas células têm um genoma e outras têm outro genoma. O corpo dessa pessoa abrigaria duas almas?

As idéias da alma, de outra vida, de espírito santo e outras são usadas, como eu já as usei, para encobrir a falta de conhecimento explicativo mais atualizado e mais bem explicado. Parece não haver solução para esse e outros problemas, pois elas dominam ainda muito cedo as idéias das pessoas. A eliminação do aprendido errado gasta tempo, dinheiro e muito esforço e, muitas vezes, sofrimento enorme do seu possuidor. Caso a pessoa aceite a crítica e não arrume outra forma de explicar o evento anterior, ela ficará perdida por não mais possuir um modelo explicador, fácil e cômodo, uma ferramenta para todas as discussões. Sem as explicações fáceis e intuitivas explodirá toda coerência antes erguida que dá ao indivíduo uma falsa segurança, mas, apesar disso, a falsa explicação é a sua segurança.

Nós, frequentemente, gostamos ou não gostamos de alguém, amamos ou odiamos algo. Essas atitudes – puras reações motivacionais e emocionais – geram emoções positivas ou negativas quase sempre sem o uso da razão, inteligência ou vontade. O bem-estar da simpatia, bem como o mal-estar da antipatia, é desencadeado repentinamente e domina nossa consciência e ações. Na maioria das vezes não descobrimos porque sentimos uma paixão violenta ou um ódio destruidor. O homem sempre admirou outros homens, desprezou e injuriou alguns outros e permaneceu indiferente à maioria. O julgamento produzido no momento, favorável ou contra determinada pessoa, possivelmente, se assemelha à avaliação efetuada diante de uma mulher: “Margarida me deixa maluco!” ou de um inimigo: “Tenho vontade de matar aquele verme!”.

Intuição acerca do cérebro

O estudo do cérebro encontra-se dentro desse erro, ou seja, da falsa aprendizagem, da “verdade mentirosa”. O cérebro humano foi descrito pelos sábios de uma época, das grandes lideranças das culturas européias e asiáticas, de um modo ridículo para o conhecimento atual. Apesar do avanço nesse campo, tudo indica que ainda continuamos utilizando as explicações das condutas humanas nos baseando em premissas, paradigmas e crenças falsas e estranhas passadas de cabeça em cabeça acerca da conduta humana, principalmente da função do cérebro e sua relação com a conduta. Presos ainda às idéias muito antigas, nós permanecemos dando explicações mágicas, superficiais, falsas e simples acerca da função do encéfalo.

Ao depararmos com um viciado em drogas, nosso filho, irmão, pai, amigo, sempre nos vem à cabeça a pergunta: “Por que e para que essa conduta?” Que explicação se tem para isso? As respostas são muitas, a maioria baseada em deduções – pouco lógicas – de princípios estranhos à realidade. Ora, o resultado é uma lástima: como são os fundamentos iniciais que irão dirigir a aquisição dos conhecimentos posteriores e como a maioria dos iniciais acerca do funcionamento do cérebro são equivocados, os posteriores, neles plantados, serão também falsos. Há muitos e muitos anos, Kant afirmou o que repetimos constantemente: “Pau que nasce torto, torto crescerá”. Consequentemente, iremos obter uma conclusão tola, se esta estiver assentada num princípio equivocado e for tratada com uma lógica defeituosa.

Explicações psicológicas intuitivas

No caso do viciado, podemos começar a imaginar o que o levou a usar drogas usando uma biografia simplificada dele. Este rapaz inteligente foi criado numa família que parece que lhe deu apoio e carinho. Ele “escolheu” um caminho de destruição de sua saúde física, de sua forma de pensar e do modo natural de experimentar emoções prazerosas. Pouco a pouco, ele começou a se comportar de modo estranho aos padrões para sua idade, cultura e conhecimento. Esse jovem vai se destruindo por mais que se tente salvá-lo. Poucos são os que escapam dessa prisão. Diante dessa história resumida, explicamos, para nós mesmos, ou para os outros, a razão dessa conduta esquisita, desde que consideramos a lógica dos não-viciados em droga.

A minha e a sua explicação se assentam em minhas ou em suas crenças do momento (elas podem ser outras em outro instante). Para isso escolho alguns conceitos para caracterizar esse indivíduo, entre esses: drogadependente e viciado, mas temos também outros nomes para ele mais carregados de nossos valores morais e de idéias pseudo-religiosas, como vagabundo, mau filho, desobediente, idiota, doente mental, pilantra, insubordinado, desajustado, pecador e diversos outros termos quase todos pejorativos e fazendo uso do modo de pensar ocidental (o fator se encontra no indivíduo).

Temos a tendência, ao produzirmos os nossos julgamentos, de usar muito as deduções intuitivas e, para isso, imaginamos alguma “essência” geral que poderia estar espalhada por diversos organismos e, assim, poderia nos servir como exemplo para o caso a ser explicado ou em questão. Dentre essas “explicações” que fazem uso dessas “essências” explicativas estão, por exemplo: “A juventude está corrompida, perdida”; “Falta religiosidade e educação”; “Antigamente era tudo diferente; os pais impunham ordem”; “São as más companhias; esse bairro onde moro não presta, todos são desajustados”; “Isso ocorre devido aos programas de televisão, livres demais”; “É fruto da internet”. Inúmeros outros princípios geradores de explicações poderiam ser pensados. Estamos viciados em explicar dessa maneira.

Adianto ao leitor que nenhuma das afirmações descritas acima poderá ser comprovada ou refutada, pois se trata de uma premissa incapaz, ou melhor, não apropriada para observações empíricas. As explicações anteriores diferem de observações como: “Está chovendo”; “Hoje está quente”; “A luz apagou-se”. Em todos os casos citados como exemplo, é possível e fácil verificar se é ou não verdade a afirmação. Mas note a diferença entre “a chuva parou” e “a juventude está corrompida”.

Há ainda um outro tipo de conhecimento possível de ser refutado ou comprovado. Trata-se de questões dedutivas a partir de fatos bem estabelecidos, por exemplo: “Devo gastar cerca de duas horas indo de Belo Horizonte a Santa Maria de Itabira; são 136 quilômetros e o movimento na estrada está regular”. Ora, nesse caso, espera-se, com tranquilidade, percorrer 136 km em duas horas.

Mas quanto tempo gasto para ir de Belo Horizonte à Santa Maria de Itabira ou, ainda, saber se está ou não chovendo é muito diferente de saber quem é o homem ou mesmo saber por que Pedro usa cocaína.

Apesar de nossa ignorância acerca do “homem”, todos nós temos alguma explicação acerca da natureza humana. Esta poderá ser uma teoria adequada e convincente ou não. Toda pessoa precisa prever o comportamento dos outros para orientar sua própria conduta. É através de uma eficiente e realista teoria da natureza humana que obtemos mais prazer e menos sofrimento na nossa relação com as pessoas. Nós consultamos, sem querer, a nossa teoria (os princípios subjacentes a ela) da natureza humana quando queremos persuadir ou ameaçar, informar ou enganar alguém.

É essa teoria, inculcada e escondida em nosso cérebro, que nos aconselha sobre o modo de manter ou acabar nosso casamento, criar nossos filhos e controlar nosso comportamento. Suas suposições (inferidas das terorias utilizadas) sobre o aprendizado geram nossa política educacional; suas suposições sobre a motivação geram nossas políticas para a economia, o direito, o crime, o lazer e o amor. Ela afeta nossos valores e os objetivos que julgamos racionalmente possíveis de atingir como indivíduos e como sociedade. Em resumo: nossa teoria sobre o ser humano nos orienta a viver e, naturalmente, a conviver.

Devido a nossa diversidade de genomas e de experiência pós-nascimento, não existe apenas uma teoria acerca da natureza humana, existem várias; quase tão variada, na sua superfície e pormenores, como nossa impressão digital, mas com essências semelhantes. Teorias rivais sobre natureza humana se entrelaçam em diferentes modos de vida e em diferentes sistemas políticos e têm sido fonte de muito conflito ao longo da história. Essas disputas vão desde a briga de vizinhos, até a de países, pior, de enormes grupos religiosos, uns contra os outros. Cada um, assentado apenas nos seus princípios – cego para os outros – acreditando unicamente que seu modo de pensar é o certo e que “Deus” deve ser o único a ser adorado. Entretanto, muitas vezes, se aprofundarmos nos princípios dos princípios, todos desejam mais ou menos as mesmas coisas, isto é, há uma harmonia nas profundezas dos raciocínios.

Intuições populares acerca da cor da pele

As pessoas frequentemente usam percepções diferentes acerca de categorias raciais (branca, negra), gêneros (macho e fêmea) e étnicas (africano, europeu, oriental) para inferir essências biológicas subjacentes. Estas, por sua vez, são usadas para explicar uma variedade de atributos adicionais possíveis de existirem em cada grupo selecionado. A pesquisa sócio-cognitiva tem mostrado que a inferência dos indivíduos acerca deles mesmos e de outros varia de acordo com seu nível de abstração, onde os traços da personalidade são geralmente compreendidos (divisados, entendidos, captados) como mais abstratos que as condutas específicas (crenças, motivos e intenções), que são captadas como mais concretas.

Por exemplo: as construções mentais de níveis mais elevados geralmente representam episódios comportamentais de um modo geral, como no exemplo “João é agressivo”, e não em termos mais concretos e contextualizados, como no caso da afirmação “João bateu na cabeça de Júlia e tentou empurrar Marisa no quadro-negro da sala de aula”.

Da mesma forma, nós dividimos grosseira e burramente as pessoas pela cor da pele em brancas, pretas e morenas. Entretanto, ao categorizá-las de negras, de pardas, etc., as próprias palavras já nasceram com um componente emocional positivo ou negativo, carregando em torno de si inúmeras outras idéias cheias de emoções. Sabemos que a cor da pele se deve à melanina que temos na superfície da pele ou mais profundamente e não aparecendo. Sabemos, também, que a pele com melanina interna e escondida ou exposta e visível, nada mais é do que um arranjo do organismo às condições climáticas durante milhares de anos. Explicando melhor, residindo num lugar de pouco e fraco Sol, o organismo precisaria aproveitar o máximo possível a luz solar para sobreviver, e, por isso, mandava a melanina para as profundezas da pele, escondendo-a. Ao contrário, nos locais de Sol intenso e continuado, para evitar morrer, era preciso ser feita uma capa para impedir bastante sua penetração e, assim, a pele foi se adaptando com a cor escura, isso é, com a melanina à mostra, e filtrando o Sol violento daquele lugar.

Um fato interessante, para falar do Brasil, é que tudo indica, segundo estudos sérios, que o brasileiro tem como ascendentes maternos índias e negras e como ascendentes paternos homens brancos de origem européia, como portugueses, espanhóis, holandeses, ingleses, alemães, etc. Não é difícil aceitar isso, primeiro por já ter sido realizada uma pesquisa sobre o genoma do brasileiro e segundo porque os invasores europeus que aqui vieram e dizimaram os antigos moradores eram homens brancos que não trouxeram mulheres e usaram para transas as que aqui moravam, índias ou escravas (negras). Em resumo, somos descendentes de índias e negras, pelo lado materno, e de brancos e europeus, pelo lado paterno. Que raça seria a nossa?

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