Atitude: Preconceitos (atitudes duais)

Imagem - Preconceito

Geração da atitude primária e da secundária (AP e AS)

Após termos aprendido uma atitude “AP” (atitude primária) nos primeiros anos de vida (“o negro é preguiçoso”; “a mulher é mais fraca”; “o velho é lerdo e confuso”), podemos aprender novas atitudes contrárias às acima citadas: “a preguiça do negro, caso exista, ocorre não pela cor de sua pele, da melanina mais superficial”; “a mulher foi fraca por ser dominada pelas idéias masculinas de uma época, por não ter acesso aos postos e estudos dos homens”; “o velho sadio e executando atividades cognitivas e físicas pode ser muito mais lúcido e capacitado que o jovem de trinta anos”. Nesses casos falamos que a atitude AP mudou-se para AS (atitude secundária). Mas o que ocorre com a atitude AP, isto é, a primária, antiga e inicial? Ela some, desaparece da mente?

A maioria dos teóricos, pelo menos implicitamente, afirma que a nova atitude substitui a antiga. Mais recentemente essa afirmação foi modificada, ou melhor, negada. Para autores mais modernos, a nova atitude (AS) adquirida pode se sobrepor e dominar, em diversas situações, a primeira atitude (AP). Entretanto, ela não irá substituir a antiga, fazendo com que a primeira desapareça. Isto dá origem ao que se chama uma “atitude dual”; a pessoa passa a conviver e a usar uma e outra atitude, conforme o momento.

Definindo a atitude dual

Num programa de televisão que participei, onde o tema discutido era “Deve ou não haver pena de morte no Brasil para crimes hediondos”, mostrei uma postura dual para a pergunta. De outro modo, defendi a pena de morte caso pensasse de certa forma e se estivesse mais emocionado contra o criminoso, mas, também, fui contra a pena de morte, se estivesse mais calmo e com tempo para examinar a biografia do criminoso, bem como sua educação, falta de oportunidades, estresses vividos, etc. Penso que todos nós agiríamos desse modo, que chamei durante o programa de “postura caolha”, isto é, capaz de opinar sobre dois lados do fato ao mesmo tempo. Essa postura é comum entre os orientais (chineses, japoneses, etc.) ao usar não a lógica formal e analítica, mas sim a dialética.

A atitude dual pode ser definida como avaliações diferentes de um mesmo objeto: uma automática (cheia de emoção, quente, impulsiva ou implícita) e uma outra mais cognitiva (fria, calma, mais explícita). Mesmo quando uma atitude explícita (a segunda atitude) domina de modo geral a maneira de julgar os fatos ou pessoas, o modo impulsivo e implícito pode permanecer sem modificações, pronto para ser detonado, diante de fortes emoções ou de ações ligadas ao imediatismo (soluções apressadas).

Estudos mostram que a pessoa constrói novas atitudes quando as anteriores são fracas. A pessoa pode mudar a atitude de AP para AS (de primária para secundária). Entretanto, apesar dessa última poder ser armazenada na memória, a atitude original, AP, não é substituída. Quando a atitude explicitada (AS) é recuperada da memória para agir (“os velhos devem ser respeitados”), a outra, AP (implícita e primária), “Ele está acabado; não mais é capaz de pensar”, ainda irá influenciar as outras respostas implícitas possíveis de serem geradas, a saber, respostas incontroláveis (condutas não-verbais) ou respostas que a pessoa não percebe como expressões de sua atitude e assim nem tenta exercer controle sobre elas, como “Coitadinho: ele é uma gracinha!”; “Os idosos é que são felizes, fazem o que desejam”; “Eles agora estão vivendo a terceira liberdade” e outras bobagens mais.

O uso de uma ou outra atitude: implícita ou explícita

A atitude que a pessoa apóia ou endossa, num certo momento (os idosos são iguais aos jovens quanto à capacidade intelectual), depende da capacidade cognitiva da pessoa para recuperar (reaver) a atitude explícita (a que deve e precisa ser exibida) para que ela afaste (repila, desvie, rechace) a atitude implícita que não deve ou não fica bem ser exposta. As pessoas parecem inferir as atitudes que devem ser usadas a partir da observação das consequências do seu próprio comportamento, diante do uso de uma ou de outra.

Há momentos em que as avaliações das pessoas são bastante pensadas fazendo uso da atenção concentrada e bem deliberadas (diante de calma ou de domínio interno); noutras ocasiões as atitudes afloram de modo rápido e imprevisível (pressa; desencadeamento de fortes emoções como diante da paixão ou raiva; uso de álcool, anfetamina, cocaína; cansaço, etc.)

As pessoas tendem a ajustar, elas mesmas, suas atitudes, confrontado-as com a avaliação aprendida e armazenada do objeto-atitude (velho, mulher, negro, pobre, obeso, com problemas físicos, etc.). A atitude preconceituosa (APatitude primária), bem como a segunda atitude (AS), aprendida mais tarde e que critica a primeira, vêm à mente automaticamente e lideram a decisão de usar uma ou outra (outorgam, autorizam, justificam), conforme a informação geral do que é atualmente acessível. Cada uma dessas fontes de informação, a avaliação inicial recuperada pela memória (AP) e a informação acessível posterior (AS), variam conforme a força de cada uma (atitude forte e fraca).

A atitude AP é mais acessível e mais provável de ser ativada automaticamente – mais rápida – quando o objeto-atitude é encontrado (negro, idoso, mulher, homossexual, etc.); nesse instante ela tende a providenciar o processo de relevantes informações tendenciosas. Desse modo, as avaliações das pessoas estão baseadas mais em AP e menos nos pensamentos atuais e mais bem fundamentados e criticados. De fato, quando AP está altamente acessível ela tenderá em orientar (dar direção) aos pensamentos de modo a ficar congruente com os pensamentos. O povo, de modo contrário, acredita que ele não tem preconceito; que suas avaliações são livres de estigmas. Nesse caso a pessoa não reconhece que tem o preconceito e, portanto, nada faz para combatê-lo.

Estudos sobre memória mostram que os fatos que são memorizados se reúnem em torno de certa idéia/atitude mais marcante ou importante. Pensando assim, podemos imaginar que, em torno da atitude negativa para o negro, homossexual, velho, etc., são agrupadas uma série de outras que ficam prontas para serem recuperadas e utilizadas diante de estímulos diversos do meio. De outro modo, ao ouvirmos uma palavra como “negro”, “gay”, “aleijado”, “idoso”, “mulher”, “mãe”, “pai” e a maioria das palavras, imediatamente, nos vem à mente uma série de representações mentais, todas elas carregadas de emoções positivas e negativas sobre o conceito ouvido, lido ou o objeto percebido. Por exemplo: ao encontrarmos com um velho (ou ler nos jornais, ouvir na televisão: “Um idoso…”), em torno do termo ouvido ou figura observada, formamos diversas idéias automaticamente, que variam conforme a cabeça de cada um. Um poderá imaginar lendo acerca de: “Um idoso foi assaltado..”. Nesse caso ele poderá, por conta própria, imaginar: cansado, mancando, lerdo, abobado, mal cuidado, usando blusas de frio no calor, inocente, fraco, cabeça branca, encurvado, falando pausadamente, custando a explicar ou entender, olhando para o chão para andar, espantado, humilde, etc. Essas e outras imagens ou representações, liberadas por nossa memória, fluem naturalmente formando um todo que é avaliado positiva ou negativamente conforme a representação nascida (o protótipo ou exemplar que lhe serve de modelo comparativo) e não o caso concreto exibido.

Mesmo uma frase iniciada tão simplesmente pela palavra “A” faz surgir em nossa mente que se trata de um feminino, portanto, poderá ser “rosa”, “vizinha”, “porta”, mas não “menino”, “cravo”, “amigo”. Caso continue a frase, e vou um pouco além, “a bicicleta”, nesse caso a minha mente espera por um predicado que dirá algo acerca dela. Por exemplo: “foi roubada”; “quebrou-se”; “está ótima”; “chegou pelo correio”. O que importa aqui é que todas essas representações surgem espontaneamente e sem nosso esforço em nossa mente, conforme nossos conceitos e preconceitos, bem como a riqueza ou pobreza de nossa memória armazenada.

A atitude AS (atitude secundária ou explícita): a mais nova

Quando a atitude inicial (primária) da pessoa está relativamente inacessível e quando a pessoa está motivada e tem a capacidade cognitiva para pensar com calma e cuidado acerca de como ela se sentirá, sua avaliação resulta de considerações mais elaboradas de seus pensamentos atuais. Também quando a atitude inicial é fraca a pessoa pode vir a mudar sua avaliação primária, baseando-se em novas informações acessíveis e mais lógicas. Quando a capacidade (habilidade) e a motivação são relativamente altas, as pessoas, cuidadosamente, rechaçam as novas informações recebidas que são contrárias à motivação inicial.

Portanto, podemos afirmar que as atitudes explícitas ou secundárias podem mudar com maior facilidade (como as novas teorias da Física, Psicologia, etc., que aprendemos mais adultos), enquanto isso as atitudes implícitas ou primárias, como os velhos hábitos, ou não mudam, ou mudam muito vagarosamente.

A presença de atitudes duais não significa ambivalência no sentido de conflito, pois elas dizem respeito mais à que é mais acessível. Uma analogia diz respeito à conduta motora de um jogador de futebol. Ele inicia o treino cheio de defeitos. Com os treinamentos ele vai adquirindo novas técnicas. A nova habilidade, contudo, nunca toma o lugar da antiga, pois os hábitos antigos são difíceis de serem vencidos. Quando a pessoa está cansada ou absorvida no calor da partida, ela poderá retornar, automaticamente, aos velhos hábitos, às antigas técnicas. Assistimos isso constantemente nos diversos esportes. Talvez essa “involução” ocorre mais com jogadores de vôlei diante do nervosismo, quando, transtornados, perdem uma partida quase vencida, isto é, voltam a jogar como iniciantes.

Tipos de Atitude Dual

Podemos descrever as atitudes implícitas como avaliações que têm uma origem desconhecida (as pessoas não sabem como as adquiriram; talvez, em torno dos dois anos de idade, antes da aquisição da linguagem). Elas são ativadas automaticamente e influenciam respostas implícitas, principalmente não-controláveis. A pessoa possuída pela atitude implícita, geralmente, não percebe que sua maneira de pensar ou argumentar decorre de sua obediência à sua atitude implícita; deste modo ela nada faz para controlá-la.

Uma vez formada a atitude implícita ela é ativada automaticamente quando a pessoa encontra um objeto-atitude (provocador da resposta interna no indivíduo). Nesse caso, não há necessidade, para sua ativação, nem da capacidade cognitiva e nem da motivação. Por outro lado, a atitude explícita não tem chance de se tornar automática e assim exige – requer – mais capacidade cognitiva e motivação para seu uso (recuperação, retirada).

Os motivos implícitos são similares ao que chamamos de atitudes implícitas; “automaticamente influenciam a conduta sem esforço da consciência” e “são como regras que guiam a conduta que tem sido adquirida através de experiências efetivas repetidas”. Já os motivos auto-atribuídos são, como as atitudes explícitas, expressos quando as pessoas são perguntadas diretamente como se sentem, por exemplo, as com respeito a que tipo de conduta que elas preferem, estarem a sós ou com alguém; fazer uma visita a um museu ou estar em companhia do marido, etc.

Uma pessoa possui, como no caso das atitudes duais, simultaneamente uma resposta automática, habitual como motivo (implícito) e uma resposta explícita (motivo auto-atribuído). As pessoas não têm consciência de seus motivos implícitos, não devido à repressão, mas sim devido a que esses motivos cresceram a partir de experiências pré-linguais, muito precoces e, por isso, são difíceis ou impossíveis de ser verbalizadas. Já os motivos auto-atribuídos, em contraste, desenvolvem após a aquisição da linguagem e são construções mais conscientes.

Modelo de ligação e as atitudes implícitas

A ligação com nossos pais, com a mãe principalmente, é adquirida antes do aparecimento da linguagem, por isso é estável e não consciente. Estudos acerca dos tipos de ligações iniciais (com os criadores antes da aquisição da linguagem) foram comparados com as ligações românticas (adultas, pós-aquisição da linguagem). Nota-se que as ligações românticas são determinadas, pelo menos em parte, pelo modelo interno que foi aprendido na infância – antes da aquisição da fala – que é somado e modificado por outros fatos da vida após aprendizado da fala. Assim, a ligação romântica é um instrumento de auto-relato (explícito) assentado nas ligações iniciais (implícito), mas carregada de outras recordações da pessoa com seus parentes, amigos, inimigos e de outros comportamentos sociais.

Conscientemente declaramos tudo aquilo que julgamos ou imaginamos ser o adequado para uma ou outra ocasião; inconscientemente, escorregamos e, sem o desejar, mostramos as nossas partes íntimas, as que estavam cobertas com roupas descartáveis. Com a aculturação (educação ou domesticação do ser humano) ocorre uma mudança do nível implícito para o explícito.

As atitudes duais não ocorrem juntas, pois as pessoas não têm duas avaliações ao mesmo tempo. As pessoas muitas vezes adotam uma nova atitude explícita enquanto que a atitude implícita permanece inalterada. Após algum tempo, a nova atitude pode desaparecer, devido ao não uso e, nesse caso, a atitude implícita original reaparece ou emerge ocupando seu poder original.

Preconceito e estereótipo

Os estereótipos e os preconceitos contêm, quase sempre, atitudes duais. O preconceito contra negros nos USA é criticado por todos, mas é adquirido (aprendido) muito cedo, do mesmo modo que atitudes contra os gays, as prostitutas, os deficientes físicos, os pacientes mentais, as mulheres e velhos de modo geral nos países ocidentais. Todas essas intuições deformadas da realidade, uma vez armazenadas, são ativadas diante do objeto-estímulo (negro, velho, mulher, doente mental, etc.).

A única diferença básica entre um preconceituoso e um não preconceituoso está no fato de que a pessoa que dizemos não ter preconceito, de fato, tenta ou consegue controlar ou suprimir o estereótipo negativo por ter aprendido, mais tarde, que não há razões plausíveis para seu uso. Por outro lado, o indivíduo preconceituoso é aquele que nada faz para controlar a postura culturalmente negativa. A cultura americana carrega esses estereótipos.

Perguntas acerca de ofensores sexuais foram feitas para sujeitos da experiência, usando pouco e muito tempo. Primeiro foi mostrado aos pesquisados um retrato mostrando um ofensor e um perseguidor do ofensor; nessa ocasião foi lida uma carta do ofensor para ser julgada. Um pouco depois, o pesquisador retorna à sala e diz que os nomes foram trocados; na verdade, o indivíduo chamado de perseguidor era o “ofensor sexual”. Após esse “aviso mentiroso”, pede-se aos sujeitos para que eles redijam uma nova avaliação da carta deixada por ele. Depois desse aviso (falso), as avaliações mostraram julgamentos mais positivos para o verdadeiro “ofensor sexual”.

A neurociência sugere que a informação captada pela região do cérebro chamada de tálamo sensorial retransmite essa informação primeiramente à amígdala (relacionada às emoções, preferencialmente as negativas: medo e raiva), na forma mais bruta, permitindo à pessoa reagir mais rapidamente para as informações acerca dos perigos potenciais. Essa informação também vai, mais lentamente, ao córtex sensorial por um outro caminho, de tal modo que a pessoa tem tempo de analisá-la com mais cuidado, de modo mais deliberado e sem pressa quando isso é possível. Portanto, uma atitude AP seria a informação subcortical, a sem o auxílio do córtex, rápida e pronta para tomar as primeiras ações ou atitudes. Se a pessoa não possuir motivação ou habilidade para substituir AP por AS, então, a informação da atitude primária alcança a consciência (córtex) e determina as respostas a serem postas em ação e explicitadas, isto é, as atitudes AP são verbalmente comunicadas puras.

As associações mais antigas são provavelmente mais acessíveis

Com uma prática substancial, novas construções podem substituir as atitudes implícitas, da mesma forma, um novo suprimento pode tornar-se semi-automático para um jogador de futebol, vôlei ou outro esporte, substituindo as técnicas primitivas e ou antigas. Sem prática extensa, as atitudes explícitas podem predizer a desconsideração, mas não a substituição das atitudes precoces automáticas; nesses casos elas exigem um maior esforço e maior capacidade cognitiva para controlar a entrada da atitude AP e ser capaz de expressar a AS.

De forma semelhante acontece com nós médicos que, antes de entrar na escola, tínhamos um conhecimento popular das doenças (implícito, intuitivo, deformado). Após a formatura, diante dos primeiros clientes, o médico recém-formado é levado a pensar usando as idéias antigas aprendidas com sua mãe, babá, imprensa leiga, “Globo Repórter”, “Folha de São Paulo”, etc. Caso faça um grande esforço, e tendo sorte, esse médico poderá se lembrar dos livros lidos, das aulas assistidas, da perícia do professor fulano ou do colega mais bem preparado (o modelo ou exemplar a ser imitado), usando tudo isso para cuidar do paciente, isto é, fazendo uso das “novas atitudes”, das mais maduras e não intuitivas.

Estudos mostram que o reflexo psico-galvânico da pele pode estar aumentado quando a pessoa tem uma atitude implícita que é, por querer, controlada e responde com uma atitude explícita, contrária à primitiva (dissonância cognitiva). Há momentos em que as atitudes explícitas são tão potentes que a pessoa ignora que suas atitudes implícitas são muito diferentes das explícitas. A pessoa não nota que sua conduta é incoerente com o que ela afirma (sua AS explícita).

Se AP é muito forte, fica difícil para a pessoa construir uma outra AS, que vai contra a primeira, contradizendo-a. Portanto, para que a atitude dual possa existir é preciso que a AP não seja muito poderosa, permitindo a construção da AS, ou seja, de uma nova atitude.

Alguns autores têm uma visão pessimista da capacidade das pessoas para controlar as reações estereotipadas dos outros, arguindo que:

  1. os estereótipos são quase sempre ativados quando a pessoa encontra um membro do grupo alvo, mesmo quando a pessoa está tentando controlar suas reações (o velho, gordo, negro, judeu, turco, etc.);
  2. uma vez o estereótipo sendo ativado, torna-se difícil ele ser controlado ou suprimido;
  3. mesmo se a pessoa tiver sucesso em controlar seus estereótipos em algum grau, o estereótipo ainda influenciará respostas implícitas ou que a pessoa não pode controlar (condutas não-verbais) ou que ela não pode pensar em controlar (aquelas que ela não percebe como expressões dos estereótipos).

Outros discordam disso: para esses as AP podem ser substituídas em certas circunstâncias pelas AS.

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