Assimilando Idéias (Pré-saberes Intuitivos) Religiosas Distorcidas

Assimilando idéias (pré-saberes intuitivos) religiosas distorcidas

O aprendizado de Deus e de religião

Lumeeira é um povoado muito antigo, existe há centenas, ou melhor, milhares de anos; a antiga idéia deles, antes do aparecimento da ciência, simplificava, ao máximo, as explicações dos acontecimentos. Há séculos, o povo de Lumeeira, sem outro saber para usar ou criticar, usava somente uma explicação ultra-simples para descrever as causas. Segundo essa crença ou princípio muitíssimo antigo, “tudo ocorria por vontade divina”.

Mas que vontade divina seria essa aceita e incorporada sistematicamente pela comunidade da cidade? A atual? A do Deus do Novo Testamento? Ou seria o Deus do Velho Testamento? Seria Jesus Cristo? Ou Maomé, Buda, Lao-Tsé, Confúcio ou outros? Qualquer uma dessas posturas poderia ser adotada ou assumida.

O homem comum de Lumeeira (inicialmente todos eram analfabetos, pois ainda não havia escrita), sem tempo, dinheiro e entusiasmo para ler livros mais sofisticados, vivia e muitos ainda vivem submetidos a uma “teoria” de Deus, altamente estranha e inadequada para os dias atuais. Deve ser notado que, em muitos casos, o homem de Lumeeira apresenta um razoável conhecimento prático relacionado às suas atividades diárias e um péssimo conhecimento teórico ou explicativo.

O ser humano em Lumeeira, geralmente usando apenas seu pré-saber, parece sempre ter gostado de explicar e de ouvir explicações acerca dos acontecimentos, desde que essas explicações se harmonizem e se encaixem com as anteriores e, de preferência, não desencadeiem dúvidas, isto é, ajustem-se aos desejos e preceitos (ou preconceitos) da antiga crença existente. Caso adotássemos um novo fundamento (alicerce), o antigo edifício correria o risco de desabar. A história do pensamento humano mostra alguns desabamentos de prédios antes muito e muito firmes. Mas, muitas vezes, construções já destroçadas, devido a sua pouca relação com a realidade, renascem e crescem, ocupando um lugar importante em muitas mentes ávidas por idéias fantásticas e inverossímeis.

Lamentavelmente, parece que uma das desgraças do homem de Lumeeira não é sua falta de saber (ignorância), mas o uso de um suposto e falso conhecimento (primeiras intuições ou pré-conhecimento), um saber altamente protegido por poderosas couraças impedindo a penetração de toda e qualquer possibilidade de intromissão sensorial e crítica, possível de colocar em dúvida o estabelecido cedo. Nesse bangalô, construído de pedra-sabão e areia, só são permitidas as entradas de pensamentos ou idéias dos associados, dos que pensam igual aos obsoletos moradores, isto é, não se permite a intromissão de idéias estranhas às existentes. Somos atraídos, mas, ao mesmo tempo, temos pavor de, no mínimo, examinar as novidades.

Todo indivíduo em Lumeeira conhece e explica os fatos ou eventos observados ou escutados da mesma forma: através de conhecimentos anteriores; todos esses assentados em princípios (fundamentos, paradigmas) implantados no seu cérebro ainda sem críticas.

São esses fundamentos assentados logo após o nascimento que irão atuar como bússola orientadora para o cidadão de Lumeeira, inicialmente, focalizar e, posteriormente, assimilar e entender o observado, para depois tomar as decisões necessárias. Pensando assim, a pessoa poderá, caso tenha uma bússola eficiente, compreender melhor e, consequentemente, agir mais acertadamente, mas o assimilador mental de uma comunidade tende a adquirir um modo de raciocinar e explicar suas experiêcias. A população de Lumeeira tem um conhecimento restrito e inexato da realidade; ela acredita mais no falso mapa aprendido intuitivamente, que no território onde vive. O resultado é uma cascata de erros explicados pela falta de sorte e não pela ignorância.

Comemos gato por lebre: como o povo adquiriu o modelo distorcido de Deus

A idéia popular de Deus do povo de Lumeeira, do senso comum, nasce e se desenvolve a partir do modelo aprendido e vivido em casa; o padrão de comportamento que a criança tem com seus pais, talvez mais do próprio pai que da mãe, pois este, segundo minhas leituras e observações, frequentemente é punitivo, injusto, incapaz de perdoar e, ao mesmo tempo, restringe a liberdade de seus subordinados (companheira e filhos), mas ele, pai, tem direito de fazer o que desejar.

Não é para se estranhar. Assimilamos novos conhecimentos (criamos novas intuições de outras) através de outros já adquiridos através de experiêcias, geralmente físicas, vividas por nós. Como tivemos experiências diretas com nosso pai, ou outro criador, e, por outro lado, adquirimos um conhecimento teórico a respeito do outro Deus (recebemos informações verbais, mas não sensoriais), nós construímos nossa representação do Deus particular a partir da experiência concreta e real do formato que tivemos com este tipo de pai (ou, às vezes, com a mãe).

O Deus de Lumeeira, adorado e temido, é estranho. De acordo com as suposições populares em Lumeeira, somos governados por um Deus que faz o que lhe vem à cabeça (como muitos, talvez a maioria, dos pais) sem quê nem pra quê: um Deus (pai) perturbado e perturbador. O Deus imaginado pelo povo é um ser malvado, indiferente ao sofrimento dos homens (do filho), arrogante, chato, orgulhoso e cheio de melindres, como observamos nos pais antiquados.

Por outro lado, o Deus teorizado pelos sábios da Igreja, descrito nas pregações inteligentes dos padres ou pastores, é um ser justo, racional, protetor, bom, calmo, tolerante, capaz de perdoar, não perseguidor e outras virtudes, todas elas apreciadas e respeitadas por todos nós; um ser totalmente diferente do pai-deus citado acima e outros modelos vivenciados mais tarde: tutor, governo, professor, certos religiosos, certos policias, etc., com os quais convivemos. O “Deus” falso, reflexo do pai ou governo tirano, é um ser malvado, indiferente ao sofrimento dos menos favorecidos, perseguidor, intolerante e fácil de ser corrompido.

De um lado, o “Deus” construído pela mente sofredora do povo, lá no alto, muito e muito distante de nós, ataca e pune os homens submissos; de outro, os pobres, pequenos, pecadores e impotentes oram e oram, adoram e temem e, além disso, precisam, sob pena de serem mais castigados ainda, agradecer ao Senhor Todo Poderoso as desgraças ganhas e as graças obtidas pelos seus senhores.

No conhecimento simplório do povo, o seu Deus, que nunca mostra na prática suas verdadeiras intenções, já faz muito em mantê-los vivos (como o pai perverso fornece “o pão que o diabo amassou.”). O Deus intuído pelo pré-conhecimento popular alerta-os que eles estão sujeitos, se se insurgirem contra o determinado pelo poder central, fora do alcance deles, a serem castigados e passar a ter uma vida mais difícil e pior ainda que a péssima já existente.

Quem de fato nos ameaça desse modo e usa de uma teoria explicativa de “bondade”? O “leão” do imposto de renda, os chefetes e aduladores dos governantes, os policiais desajustados, os professores carrascos e, frequentemente, os familiares possuidores do maior poder e isentos de amor. Este “Deus” temido tem tudo a ver com a triste realidade vivida em casa com o pai severo, injusto, abusador e pronto para punir seu filho diante de qualquer deslize, com a professora brava e injusta, com os colegas mais velhos e mais fortes, com o governo e com o religioso intolerante e incapaz de ajudar de fato. A história é cheia de casos dessa natureza.

Acredito que a mente popular criou um Deus à semelhança do pai ou de outras autoridades institucionais distantes, prontas para castigar, expulsar e prender o indivíduo que discordar do determinado. O pai antigo, bem como alguns modernos, possui e é possuído por uma maneira de pensar rígida e antiquada. O poder total encontra-se em suas mãos; ele tem o dever e direito de julgar o comportamento dos filhos, netos e da esposa, como e quando desejar. Entretanto, ele não pode ser julgado por ninguém. O pai, bem como outros governos, todo-poderoso, como o “Deus” descrito pelo povo, decide a hora que quer intervir na vida dos familiares, mas nenhum dos membros da família pode questioná-lo.

O pai, e outros governos, todo-poderoso, como o “Deus” descrito pelo povo, decide a hora que quer intervir na vida dos familiares, mas nenhum dos membros da família pode questioná-lo. O poder emana, com toda força, e, muitas vezes, ignorância, de cima para baixo, dele para o resto da família. Só ele pode proibir, castigar e, mesmo, agredir fisicamente o filho, às vezes, conforme a conduta tem o poder de expulsá-lo do grupo familiar.

Por outro lado, este pai, e outras instituições, detentor de todos os poderes, ditador das normas, pode fazer o que quiser: explorar o trabalho gratuito dos filhos; criticá-los seja onde for; arrumar amantes e filhos fora do lar; fazer gastos desnecessários com jogos, farras e bebidas; agredi-los quando desejar e, também, abandonar, caso sinta vontade, a família ou o emprego. Tudo isso sem consultar ou ouvir a família ou a população. Esse pai é tido como um conhecedor de tudo, e, por outro lado, os familiares são vistos e tratados como ignorantes, por isso todos devem obediência a ele. O Deus da população de Lumeeira foi gerado pelos diversos governantes perversos que tiveram na família, escola, igreja e política.

Uma palavra em defesa desse pai e governo tirano. Eles assim agem por ter assimilado intuições (pré-conhecimentos) com esse formato; também foram escravizados por esses saberes esquisitos.

O povo, uma vez tendo convivido e assimilado essa conduta paternal de histórias, inclusive da Bíblia, vestiu, transformando, o Deus verdadeiro com as roupas dos pais e dos governantes tiranos. Assim, o Deus justo e bondoso, capaz de perdoar e ajudar, se transformou em um ser que nos provoca pavor, que persegue e vinga o ato ou o pensamento que difere do imaginado, intuitivamente, como certo.

O homem humilde e submisso aprendeu, desde cedo, vacinado pelas idéias inoculadas, que o impediram de receber outros vírus para confrontar, que deve aceitar qualquer fato ruim como um “desejo de Deus”, por alguma razão escondida que só Ele sabe e “escreve certo através de linhas tortas.”

Uma explicação estranha.

Nossa educação familiar e religiosa, como é, busca domesticar o ingênuo indivíduo, impedindo-o de raciocinar e protestar de modo inteligente contra inúmeras incoerências e injustiças existentes, pois, caso todos pensássemos do mesmo modo, a governabilidade se tornaria mais fácil. O formato do “Deus” tirano e ilegítimo não só se assemelha aos pais autoritários, poderosos e adorados, bem como, também, aos ditadores da política, da empresa e da religião, geralmente adorados pela maioria; todos eles protegem e punem caso pensem ou ajam contra os princípios impostos sem discussão. Adoramos nossos perversos proprietários e, ao mesmo tempo, acreditamos em nossa liberdade de escolha, uma conduta que os “adorados tiranos” não permitem.

Assistimos, continuamente, a queda e a vitória de um grupo político ou religioso sobre o outro após disputas sujas e traiçoeiras de foice e martelo no escuro. Entretanto, tristemente, observamos que o grupo vencedor, geralmente, aplica o mesmo modelo, o mesmo paradigma para governar o que afirmava combater. Em resumo, o autoritarismo do homem, ávido pelo poder, indiferente ao sofrimento e à impotência popular, apenas muda de mãos e, para dar mais força e “credibilidade” ao imposto, invoca para isso a participação e o desejo de um falso Deus.

Do mesmo modo que há um imenso fosso entre as idéias científicas verdadeiras e o modo de pensar popular, uma separação espantosa também existe entre as idéias religiosas sérias, verdadeiras e honestas e o esquisito “Deus” defeituoso e vingador assimilado pela sofredora mente popular. O Deus da verdadeira doutrina religiosa pregada pelos sábios da Igreja, na sua essência, concentra-se na compreensão, no perdão, na luta contra as injustiças e no esforço para compreender o homem e seu papel aqui na Terra; não a ida continuada e obrigatória às igrejas e a adoração de homens que se vestem de deuses.

Tem sido inculcado na mente impotente e ingênua do explorado um poderoso e terrível sentimento de culpa e de vergonha caso ele imagine (ou tente) ir contra o estabelecido. Por outro lado, o explorado é ensinado e incentivado, muitas vezes forçado, a agir, “voluntariamente”, de forma humilde, bem como a submeter, com orgulho, ser um “Cristão”, filho ou aluno exemplar e aceitar o abuso dos poderosos, entre eles o abuso sexual e pecuniário. Cabe ao explorado bajular, alegremente, seus colonizadores.

Esse homem domesticado como o cãozinho de estimação aprende, conforme as regras impressas em sua mente, a aceitar as privações e os sofrimentos como um fato normal; este é o seu dever, o escolhido pelo falso Deus, inventado pelas mentes dos homens provisoriamente donos do poder.

Precisamos fornecer ao humilde servo de Deus algo mais que um barracão para morar, emprego e comida. É preciso lhe fornecer informações capazes de criticar seus controladores e, muitas vezes, enganadores, isto é, o que lhe dá esmola e lhe cospe na face. Somente assim, através da instrução profunda e crítica, o povo submisso e dominado poderia, uma vez enterrado o pré-saber, diminuir as desigualdades e aumentar as oportunidades para todos.

Duas naturezas: uma divina e outra humana

Há uma confusão com respeito à maneira de pensar. De um lado exige-se do indivíduo um modo ético (moral) de se comportar com respeito à possível vontade divina; uma vontade divina expressada por homens possuídos por pensamentos e crenças diferentes, geralmente pelos que lutam por manter o poder das instituições das quais fazem parte. De outro lado há uma natureza (a de cada homem, José, Maria e Sílvia) diferente do pensamento divino, que, como tudo o mais (o sabor do sal, o cheiro do podre, a visão da chuva, o barulho da música chata), precisa de alguém, de algum ser humano para ser estimulado. Para captar Deus, precisa-se também de um homem para assimilá-lo, compreendê-lo e explicá-lo, como ocorre com os conhecimentos físicos, químicos, biológicos, astronômicos, etc. Esse segundo nível de conhecimento, o da natureza divina, tem suas leis próprias, independentes das leis que regem as características da natureza humana. Como somos também natureza, estamos presos a leis naturais semelhantes, não iguais, a de outros campos do conhecimento, entre eles o Divino que é conhecido ou, para alguns, construído pelo homem.

O nível ético ou moral foi construído pelo homem, por isso, existindo homens diferentes experimentando ambientes e fatos diversos, isto é, variando de grupo para grupo e de época para época, consequentemente, a ética será também diferente.

Existem duas éticas: há uma ética humana conforme o grupo e legalizada pela justiça do local: pena de morte; anos de prisão e tipo de punição, etc. Há, por outro lado, uma ética divina. Esta última agradaria, segundo cada religião e época, o “Deus” preferido e adorado pelos pertencentes a determinadas culturas.

Tudo muito certo caso não misturemos uma ética à outra. Assim, a atrapalhada se dá quando ligamos uma à outra: as regras da ética divina e da natureza. A ética jurídica, a legalizada, se for violada, recorre-se à lei, com possibilidade de defesa e acusação. No caso da divina, para o cristianismo atual – diferente de outras religiões – a Igreja não tem o poder de punir o indivíduo por não ter cumprido suas ordens, decisões, rituais, etc. As punições podem vir depois (após a morte), conforme a vontade divina, podendo, muitas vezes, ser perdoada.

Portanto, na justiça divina, com seu “Direito canônico” ou regras da igreja, diante da ausência do poder semelhante ao da justiça humana (jurídica), ficamos ou imaginamos que a pessoa seja punida por Deus, já que não há prerrogativas e sentenças claras e objetivas para punir o infrator da ética divina. Há apenas algumas punições vagas e singelas: rezas, penitências, etc., conforme as transgressões. Quanto ao castigo final, imagina-se uma punição metafísica (não possível de ser provada ou refutada), como a ida para o inferno, purgatório ou céu, equivalente à prisão perpétua (inferno); uma pequena punição (purgatório) e liberdade ou ausência de punição (céu).

Espera-se, por exemplo, fazendo uso do pensamento mágico, que a natureza, que, como disse, funciona segundo suas próprias leis, peça licença a estas e, por momentos, siga as ordens divinas, como, por exemplo, crie uma doença para o pecador ou, ao contrário, cure o cumpridor fiel e obediente da religião. A intervenção na natureza biológica do indivíduo, consequente (posterior, em seguida) às suas ações no campo religioso (ética divina) é difícil de ser aceita, pois são áreas diferentes, que obedecem a leis também diversas. Parece-me estranho usar uma forma para explicar a ação na outra; explicar a ética divina através da ciência (observação e teoria lógica). Isso é absurdo. Do mesmo modo, será incompreensível explicar a física, biologia ou química através de conceitos e pensamentos de origem religiosa. Um não casa com o outro.

A ética divina (um nível) criada pelo homem não atua funcionalmente na natureza (outro nível), pois a natureza não obedece a ninguém (muito menos a um tipo de ética); ela obedece apenas a ela mesma, como ocorre com o homem; se passo uma lâmina na minha pele fina, ela deve ser cortada e o sangue sairá. Não adiantaria, caso tivesse esse desejo, orar, rezar, fazer uma penitência, etc., para impedir o corte, a dor e o sangramento. Do mesmo modo, não adianta eu fazer uma promessa para não envelhecer; minha natureza não “escuta” ou não “decodifica” este tipo de informação.

A natureza não trabalha com milagres. Algumas crenças, sim! O poder divino não tem meios compreensíveis de intervir no meio natural, de “desviver” minha vida para em lugar de ter nascido em Itabira ter nascido em Londres, por exemplo. De forma semelhante, a lei divina não segue os mandamentos da lei da natureza científica; são dois saberes diferentes quanto ao foco, à aquisição do conhecimento, ao modelo, terorias e tudo o mais. Uma, a religião, é controlada pela , a outra, a ciência, pela observação cuidadosa e crítica. As duas existem em nossas mentes, mas arquivadas em gavetas diferentes, que, acredito, não se misturam.

O que escrevi pode parecer risível, mas é a mesma coisa que relacionar minha “sorte” com a vida por ter sido eu um bom cristão ou, ao contrário, ser um azarado porque não fui bom cristão. Repetindo: o nível verbal do desejo, criado por uma cultura, não pode interferir no nível da natureza; esta se prende somente a ela própria, não obedece às palavras; inventamos palavras para elas apenas para facilitar a informação, não para mudar seu mecanismo: “a bomba explodiu e matou oito pessoas”. Em resumo: cada nível pertence a campos diferentes e são regidos por leis também diversas; elas são como água e óleo.

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